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Os restaurantes precisam de licença de música?

Um restaurante precisa de permissão para música tocada publicamente, mas o arranjo exigido depende do fornecedor, catálogo, país e áreas onde a música é usada.

Os restaurantes precisam de licença de música?

Em geral, sim. Um restaurante que reproduz música audível para os clientes está a utilizar música publicamente. A solução depende do país, gravações, composições, fornecedor, áreas e eventos. Um serviço empresarial pode cobrir parte da utilização, mas não todas as obrigações locais.

O que deve ser separado

Considere:

A WIPO explica a gestão coletiva de direitos de autor e conexos. As entidades e tarifas dependem do país, pelo que não deve ser copiada uma conclusão legal de outro mercado.

Faça um inventário

Registe:

Anote a fonte: serviço empresarial, conta de consumidor, ficheiros comprados, músico, DJ, televisão ou vídeo. Música de fundo não é automaticamente o mesmo uso que um evento de DJ.

Pergunte ao fornecedor

Confirme por escrito:

Guarde contrato, fatura, descrição do catálogo e correspondência. Um logótipo ou subscrição pessoal não é prova suficiente.

Verifique Portugal separadamente

Use a informação da Audiogest e da PassMúsica para confirmar a utilização de gravações e as obrigações aplicáveis ao restaurante. Verifique separadamente esplanada, eventos, vários locais e música fora do catálogo. Se o grupo operar em vários países, faça uma análise por mercado.

Se o fornecedor não esclarecer a cobertura, peça uma resposta escrita. Uma nova esplanada ou evento exige nova revisão. Volume baixo e subscrição paga não criam automaticamente uma isenção. Música de fundo não cobre necessariamente atuações, DJ, karaoke, televisão ou vídeos.

A MelloJam foi criada para música comercial de fundo. Os direitos do catálogo seguem o acordo, mas não substituem obrigações locais fora dele. Um leitor simultâneo custa 9 $ por mês e até 10 custam 19 $.

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Fontes